segunda-feira, 29 de outubro de 2007

There is no spoon.

Tomar nota de minhas idéias, disse a mim mesmo. Em meio a extrema falta do que fazer abro o belíssimo Microsoft “Palavra” e começo a redigir um texto que realmente não terá nexo ou sentido, já que não se baseia em nada além da minha falta do que fazer nesta noite de segunda.
Estou aqui, mais uma vez, sem ter o que fazer. Logo penso em escrever algo, a vida tem sido um tanto quanto monótona ultimamente. Vamos rever alguns fatos estúpidos que aconteceram, apenas para que eu tenha algo a fazer, ou que, bah, foda-se.
Então me deixe pensar por um momento...Creio que um dos fatos interessantes que tivemos ultimamente foi a famosa ExpoInfo do nosso amado colégio técnico. E que amado colégio técnico, meu nível de filho-da-putisse-de-minha-cara sobe no sangue quando menciono este termo de honrosa benção. Técnico.
Vale lembrar que a minha intenção aqui é apenas desabafar e passar o tempo escrevendo, já que não tenho mais porcaria nenhuma para fazer. Os jogos já estão cansativos e monótonos, teremos uma incrível prova amanhã...Mas como algumas coisas no técnico, a porcaria da prova dificilmente terá questões inéditas.
Isso mesmo, o professor nem se quer muda as perguntas de uma prova para a outra. Ahhh, mas espere aí, ele muda a ordem! Uau, impressionante. PORRA, MAS QUE MERDA (e essa porra de correção ortográfica já começa a grifar em vermelho as onomatopéias, eu fico puto da cara).
Então basicamente para o estudo nada mais é necessário do que alguns décimos de hora para o estudo (pleonasmo de merda), um incentivo arrasador que certamente me foderá pelas costas no vestibular, como já fodeu anteriormente. Ah mas os grilos são verdes (what the fuck?).
Vamos então cortar essas artimanhas textuais e ir direto ao ponto, improvisando mesmo, ora mas que merda. Já perdi o foco de novo. Tentaremos mais uma vez...

ExpoInfo. A idéia do projeto (ou pelo menos o que se dá a entender) é desenvolver um programa ou website para expor em um dia (um dia do caralho, cujo qual acontecem 10% dos eventos do ano, com tremendo excesso de organização). Mas todos estão pouco fodelando para a exposição. Realmente só fazem para não perder nota, o ser humano está na merda.
As idéias para os projetos são definitivamente variadas. Temos de pequenas vendas de feira (porque não escrevei frutaria, já que a porra do “Palavra” aponta que a palavra não existe, então vá a merda) ate mini Microsofts, dos japoneses sem vida que apenas estudam a vida inteira (Braúlìus Incúlhìdus). Logicamente estes prodígios trazem os melhores projetos, já há sempre de existir um filho da puta para lhe fazer inferior.
Já dizia Jorjão que...Espere, inventei essa merda agora. Jorjão não existe e nunca disse porra nenhuma. E mais uma vez o “Palavra” grifou em vermelho para me deixar com elevadas reservas de fezes. Enfim, ao próximo parágrafo...
Continuando antes da interrupção de mais um ataque randômico, e devo também mencionar que esta palavra realmente existe como acabei de descobrir, pois pensava que apenas aleatório era considerada valida em nosso vocábulo de merda. Continuando antes da interrupção na continuação, temos então que eu já esqueci do que eu estava falando. Irei então retomar no próximo parágrafo, se não houver futuras interrupções do caralho (globalização de merda);
Então finalmente chegamos ao clímax do texto. O projeto é desenvolvido em grupos de 8 pessoas, e nos deparamos com o primeiro fatality. Porra, 8 pessoas? Comestes mierda? Já dizia Taylor que era praticamente impossível dividir o trabalho desta maneira. Dizia o caralho, esse japonês de merda queria enfiar câmeras no ânus de seus funcionários, para “vigiá-los”.
Com oito elementos, fica impossível não concentrar as idéias e o desenvolvimento em, digamos, no máximo três. Note que escrevi os números por extenso. No próximo parágrafo estarão em números romanos, sempre inovando.
Com apenas III trabalhando, sempre teremos os causos como infelizes desinteressadas ou idiotas que são pesos mortos. Tenho experiência no mesmo, mas prefiro não mencionar nomes, já que em meu ultimo relatório de briga não deixei elementos asiáticos e primatas alegres com meus comentários inoportunos.
Logo temos uma balança com os que trabalham e os pesos mortos. Como na ultima exposição, onde estávamos explicando um website com tremenda facilidade e conforto, quando um idiota que não fez porra nenhuma no projeto interrompe a explicação (note que ele fazia parte do grupo) e me solta uma foda daquelas, dizendo algo totalmente sem nexo e comprometendo a explicação. Para entender isto, imagine que você e um conhecido construíram ambos uma parede de concreto, mas o filho da puta não fez porra nenhuma. Logo quando você vai contar para alguém como fez, você começa:
-Esta parede foi feita com concreto, em uma mistura de...
E o filho da puta interrompe querendo demonstrar sua pura genialidade:
-E os retoques foram feitos com excesso de petróleo levemente fervido.
Logo vem a sua cabeça: “WHAT THE FUCK? Caralho, que merda é essa? Ò céus, porque tens de me mandar um desgraçado incompetente que além de ser um peso morto, ainda me fode de qualquer jeito?” E o ventilador já espalhou a merda.
Temos ainda o fator tempo, há aproximadamente 6 meses para o desenvolvimento do trabalho (quando os professores lembram de passar as informações sobre o projeto), ou seja, “temos tempo, faremos depois”. Farão depois o caralho elevado a potencia de merda. Ninguém faz porra nenhuma e 2 dias antes da apresentação estão com o cu na mão desesperados (segundo o “Palavra”, cu não é acentuado).
Porrete.smash; . Pode-se então concluir que de 10 grupos, apenas 3 conseguem superar os obstáculos das inúmeras falhas humanas e então concluir seus projetos com sucesso. Claro que estou dentre estes grupos. Meio que obvio, afinal sou do tipo idiota que escreve toda essa merda em uma noite de segunda-feira, apenas porque não tinha mais nada para realizar. Fracassado? Holocausto.
O mundo está realmente cheio de idiotas que não conseguem seguir simples ordens ou apenas ouvir quando lhes é dirigido a palavra. Não tenha dúvidas; se ainda não encontrou estas pragas, há de encontrar no futuro. Estão por toda parte, IDIOTAS!!!
Enfim, meus dedos doem e não estou afim de continuar redigindo. Talvez eu continue o texto mais tarde, não sei, não me importo, não há colher. Estive pensando em escrever um texto sobre outra desgraça da humanidade, que são os emotion wussies, vulgos emos. Afinal, tudo o que eu escrevo tem relação com desgraças humanas. No mundo só há desgraças humanas. Privadas com rádio e assento de seda. Animais torturados diariamente.
Corto essa merda por aqui então, talvez o leitor esteja pensando que comi merda, mas não como merda, apenas socialmente. Até a próxima então, quando estarei escrevendo mais alguma coisa extremamente estúpida. Life has been empty lately.

Correção: Assento se escreve com 2 ss. Quem foi o idiota que escreveu essa merda? Filho da puta!